O maior Lagarto do Mundo

Conheça o Maior Lagarto do Mundo - o Dragão de Komodo


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Qual é o maior lagarto do mundo?

É o dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), um lagartão que pode chegar a 3,5 metros de comprimento e pesar 135 quilos. De cor cinza ou marrom, ele é encontrado apenas na ilha de Komodo, que fica na Indonésia, e em ilhotas próximas. Apesar de ser um réptil de origem pré-histórica, sua existência permaneceu desconhecida para os cientistas até o início do século 19. O dragão-de-komodo é um animal solitário, ótimo nadador e rápido no deslocamento em curtas distâncias. Pode viver até 100 anos e é um insaciável carnívoro, capaz de comer o equivalente a 80% de seu peso em uma única refeição.

Apesar de adorar uma carniça abandonada, ele tem grandes habilidades para caçar suas próprias presas, como porcos selvagens, aves, macacos e cervos. Além disso, também é canibal e tem o hábito de comer filhotes da espécie e até mesmo outros adultos. Após anos sendo capturado de maneira descontrolada por colecionadores exóticos, o grande lagarto agora é protegido por leis preservacionistas. A mais recente contagem populacional aponta que existem cerca de 5 mil dragões em Komodo, embora apenas 350 sejam fêmeas em idade de reprodução, o que preocupa os ambientalistas.

Quando vão procriar, elas cavam um enorme buraco para depositar seus ovos (em torno de 25), que têm as cascas rompidas em geral nos meses de abril e maio. Os filhotes nascem com cerca de 45 centímetros e passam os primeiros anos de vida trepados em árvores, para escapar do voraz apetite dos lagartos adultos. Nesse período, eles se alimentam de insetos e lagartixas. Quando atingem 1,2 metro, já conseguem se defender e descem ao solo. Apesar do tamanho e da ferocidade do bicho, são raros os casos de ataques contra humanos. Quando isso ocorre, no entanto, pode ser fatal. Um dos últimos incidentes, e também um dos mais famosos, ocorreu com o jornalista Phil Bronstein, marido da atriz americana Sharon Stone, há quase dois anos. No zoológico de Los Angeles, nos Estados Unidos, ele levou uma mordida no pé e teve que tomar potentes antibióticos para evitar uma grave infecção.

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por Adriana Setti em 07-05-2009 às 8:05

 


ELE, o temido Dragão de Komodo

Ver Dragões de Komodo na ilha de Rinca, no Parque Nacional de Komodo, é praticamente garantido. Muita gente topa com eles logo ao desembarcar no píer, principalmente se houver algum pescador descarregando mercadoria, o que atrai os lagartos em busca de comida.

Um casal de amigos holandeses contou que presenciou uma BRIGA entre dois dragões (em pé, apoiados nas patas de trás, como dois dinossauros!) logo na entrada, algo de matar qualquer cinegrafista do Discovery Channel de ódio.


Já na chegada, um dragão cruza o nosso caminho

Comigo a coisa não foi assim tão espetacular. Mas já no caminho que vai do píer à pequena sede do parque (onde o guarda foi cruelmente atacado, como conto no post anterior), um dragão pequeno (de um metro e meio) cruzou o nosso caminho quando ainda estávamos sozinhos e indefesos.

Não tivemos a mesma “sorte” durante a caminhada de uma hora que fizemos pela ilha, escoltados pelo nosso bravo guia e sua arma letal – o pau (veja no post anterior). Durante uma hora de trekking (facílimo, mas sob uma calor de quase 40 graus e entre uma nuvem de pernilongos) vimos macacos, búfalos, pássaros… Mas os monstros não deram as caras.


Os monstros literalíssimamente lagarteando ao sol

E quando estava prestes a me sentir derrotada (sempre tive um fascínio enorme – e meio sinistro — por esses animais), ELES apareceram, já nas proximidades das cabanas dos funcionários do parque. Atraídos pelo cheiro da comida das cozinhas e também do lixo, os mais preguiçosos (provavelmente acostumados com os tempos em que alimentavam os lagartos para fomentar o escasso turismo, sem se preocupar com “esse negocio de equilíbrio ecológico”) rondam a área em busca de uma boquinha. Neste dia, eles eram VÁRIOS e ENORMES.


O olhar fatal de um que vinha na minha direção

Em uma clareira, contei cinco deles lagarteando (hehe) ao sol. Ao redor das cabanas, providencialmente construídas sobre palafitas, um bichão safado tentava subir a escada para dar um oi na hora do almoço. Nos arbustos ao redor, alguns mais ariscos (e ainda maiores) se escondiam e, às vezes, botavam a cabeça para fora como “para ver o que está rolando”.


“Tá olhando o quê?”

Não é de estranhar, portanto, que os dragões ataquem as pessoas de vez em quando.


Esquema de segurança das casas: um pau e palafitas

Vistos de perto (devo ter chegado a uns dois metros deles, escondidinha atrás do guia), eles são muito, mas muito assustadores. O pescoço dos maiores (de até 3 metros) chegam fácil a 30 centímetros de diâmetro. As unhas são afiadíssimas, enormes e…. pretas (me dá um calafrio só de escrever). O mais estranho de tudo é que eles parecem estar dentro de uma “roupa” alguns números maior. A pele sobra por todos os lados, formando rugas e dobras. E para a minha surpresa: não eles não babam o tempo inteiro. Suponho que quando o sujeito vê a baba, ele não sobrevive para contar.


Detalhe: as unhas a la bruxa má do leste

“Errr… algum turista já foi atacado?”, pergunto. O guia jura que não.

A explicação, na minha modesta opinião, é simples: pouquíssimos visitantes chegam até lá, um lugar extremamente remoto e de acesso complicadíssimo.


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