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Quando um amigo, membro da família ou alguém que amamos muito está passando por um momento difícil, queremos estar lá para eles e ajudá-los. No entanto, às vezes não temos clareza sobre os limites, e esses problemas podem nos afetar demais. Para isso existe distância compassivaque lhe permite estar disponível para acompanhar e apoiar da melhor forma possível alguém que esteja a passar por uma situação complicada.

Dentro Lado positivo Achamos essas dicas muito úteis para poder ajudar nossos entes queridos sem ser muito afetado.

1. Coloque-se no lugar do outro

Por mais que o façamos inconscientemente ou porque queremos ajudar o outro, o Síndrome de Burnout Empatia ou Compaixão acaba gerando em nós uma sobrecarga emocional que pode ser evitada, pois a conexão com realidades traumáticas nos afeta emocionalmente.

2. Não suporte cargas externas

Sentir-se identificado com um problema, ou estar relacionado a ele de alguma forma, nos faz participar e, em muitos casos, nos faz acreditar que devemos nos posicionar ou opinar a respeito. É ideal poder diferenciar problemas dos outros, pois ao carregar coisas extras também não poderemos ser úteis à outra pessoa.

3. Evite um acidente

Ver alguém triste ou simpatizar com uma situação infeliz pode nos afetar tanto que pode dificultar nossa reação. Um bloqueio pode ser gerado, onde a dor emocional nos afeta tanto que não podemos reagir da maneira que gostaríamos de ajudar.

4. Compreender, mas sem fazer parte

Existem outras maneiras de sentir empatia sem nos inundarmos emocionalmente com o problema do outro. Se nos colocarmos no mesmo lugar de quem está sofrendo, nosso julgamento ficará obscurecido e a clareza de poder apoiar ou ajudar o aflito se perderá.

5. Não pense que ser frio é a solução

Não nos colocarmos no mesmo nível de sofrimento da pessoa afetada não significa ir ao outro extremo. Ser frio ou deixar de lado os sentimentos que nos invadem não ajuda a alcançar uma distância compassiva produtiva.

6. O que acontece quando não nos distanciamos

Quando nos colocamos no lugar de outra pessoa e experimentamos sua dor como nossa, podemos nos sentir emocionalmente esgotados, tristes, irritados e mal-humorados. Também podemos sofrer exaustão física, ver a capacidade de tomar decisões e pensar claramente difícil. A frustração também pode aparecer por não poder ajudar a pessoa que tem um conflito.

7. Não confunda compaixão com piedade

O termo pode confundir mais de um, mas compaixão tem pouco a ver com sentir pena de alguém, com pena ou bondade. Para ser compassivo, você precisa de força, vontade e coragem, pensando apenas em ajudar o outro.

8. “Sua dor não é minha dor”

“Tu dolor no es mi dolor, pero lo comprendo y también lo siento…” dice un mantra que podemos utilizar en estas situaciones para ayudarnos a recordar que podemos empatizar con lo que le pasa al otro, sin generarnos un bloqueo ni sentirnos responsables por isso.

9. A capa do Superman não é necessária

Devemos saber nos colocar diante do problema do outro e entender que nossa missão não é dar uma solução mágica, mas acompanhar. Assuntos que não são nossos não podem ser resolvidos por nós, mas podemos apoiar sinceramente.

10. Dê um tempo a si mesmo

Ser o apoio de uma pessoa que está passando por uma situação difícil também é exaustivo para ela. Para continuar dando esse apoio, precisamos respeitar nosso espaço e o que nossas mentes e corpos nos pedem. Não é ser egoísta, mas sim um ato de cuidar de nós mesmos para que possamos continuar disponíveis.

Você costuma dar apoio a amigos ou familiares? Como isso te afeta?



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