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“Tenha um segundo filho, será uma ótima companhia para o mais velho”, disseram. “Você já tem experiência, vai ser fácil”, disseram também. Mas a verdade é que quando o carinha aparece… BOOM! Com ele desfilam alguns medos, incertezas e, claro, muitas alegrias, que se somam àquelas que nosso primogênito nos deu.

Em O lado bom nós nos esforçamos para dar voz às mães que descobriram que ter um segundo filho pode transformar a carreira de muitas mães em um triatlo com saltos extremos.

1. O pensamento constante de: “Agora, no que eu me meti?”

2. Temos muito medo de não amar nosso segundo filho tanto quanto o primeiro.

3. A ideia intrusiva que nos passa pela cabeça e nos faz dizer: o que acontecerá se eu não conseguir lidar com os dois?

4. Achamos que nosso relacionamento passará por um tremendo buraco

5. Acreditamos que o filho mais velho não amará seu irmão mais novo

6. O aumento das despesas é algo que nos mantém acordados à noite

7. Acreditamos que nunca mais vamos dormir

8. Os comentários de outras pessoas a princípio nos incomodam, mas você se cala e aprende a ignorá-los

9. Gostaríamos de tirar fotos de nós dois para guardar as belas lembranças, mas a verdade é que às vezes o tempo é curto e as capturas ficam em segundo plano

10. Em nossas mentes temos grandes planos e projetos para ambos: estimulação precoce, ótima educação, mas a verdade é que nem sempre pode ser assim

Bônus: ter um segundo bebê tem muitas vantagens

O medo do desconhecido é totalmente normal, mas a verdade é que ter um segundo filho também traz muitas coisas boas que trazem para a família:

  • Em primeiro lugar, é importante saber que nem a gravidez nem o filho são iguais, mas ambos têm o seu encanto particular. Com o segundo filho, todos os membros da família descobrem tudo o que os une e os torna uma família.
  • Os pais já têm alguma experiência. Eles já sabem como trocar fraldas, dar banho no bebê, que tipo de brinquedos ele vai usar enquanto cresce. Além disso, é muito provável que conservar o carrinho, berço e cadeira de periquito do primeiro, para que as despesas fiquem um pouco mais controladas.
  • Irmão mais velho vai viver diferentes estágios antes da chegada de seu irmãozinho, mas isso não significa que ele não o ame ou que esteja sempre com ciúmes dele. Para que a convivência se torne cada vez mais harmoniosa, recomenda-se passar um tempo a sós com o maior; explicar as vantagens de ser o irmão mais velho e ter empatia com os sentimentos que a nova vida gera.
  • o amor não é dividido multiplicar. Seu filho mais velho ganhou um irmãozinho. A dinâmica familiar vai mudar, mas é um ótimo momento para criar memórias que durarão a vida toda, bem como atividades em conjunto que envolvam todos e se sintam parte da família.

Como você acha que pode melhorar a convivência entre o irmão mais novo e o irmão mais velho? Quais técnicas você aplicou para fazer tudo fluir o mais suavemente possível?



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